O Brasil mais livre. É disso que precisamos

O Brasil mais livre. É disso que precisamos

Com a chegada das eleições, acirram-se os debates e os ânimos e todos na mesma pegada, tentam provar quem é o candidato mais preparado para enfrentar os desafios de tirar o brasil da grande crise econômica, política e até moral em que nos encontramos.

Nessa disputa, todo mundo promete de tudo: Melhor saúde, educação, mais emprego e segurança, são pautas comuns a todos. Poucos dizem de onde virá a grana necessária para transformar o purgatório em que estamos, em paraíso.

Para além das fórmulas mirabolantes e dos já tentados e fracassados artificialismos econômicos, poucos candidatos falam em algo que, no meu entendimento, é o mais importante para o desenvolvimento do país: Diminuir o poder dos políticos.

Sim, é isso mesmo que você acabou de ler, nós brasileiro precisamos aprender que dar muito poder ao Estado, é, na verdade, dar muito poder aos políticos. Quando você é obrigado a comprar um “extintor de incêndio” para seu carro, para, só depois de gastar dinheiro, ser avisado que não vai mais precisar dele, alguém, ou melhor, algum político fez a proposta e tenha certeza, não foi de graça, alguém ganhou muito dinheiro com isso.  Aconteceu o mesmo com o “kit primeiros socorros”, com a “tomada de 3 pinos” com a Copa do mundo, Olimpíadas e muito mais.

Precisamos urgentemente desburocratizar o estado, dar mais liberdade para quem deseja empreender e empregar. Hoje temos mais de 5 milhões –  é isso mesmo –  de leis, normas e regulações em nosso país. Tudo isso atrapalhando quem empreende, gera riqueza e renda, quem realmente faz essa pais andar.

Enquanto esperarmos que burocratas resolvam como devemos viver nossas vidas ou como devemos tocar nossas empresas, seremos um povo subserviente e dominados pelo político da hora.

É tempo de lutar por nossa liberdade, porque é justamente a liberdade de criar, fazer, produzir, construir e empregar, a maior ferramenta para produzir crescimento e diminuir a miséria em nosso pais.

No dia 7 de outubro, pense nisso.