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Sobre Jorge Costa

Jorge Costa

Tenho o prazer de trabalhar com três das coisas que mais gosto: Educação, marketing e política. Não por acaso, graduei-me em Marketing e, logo depois, especializei-me em Ciências Políticas.

A atuação como professor veio de um desejo profundo em compartilhar conhecimento, em dividir ideias, divergir, convergir, duvidar, afinal, como bem disse o grande filósofo Aristóteles: “A dúvida é o princípio da sabedoria.”


Como nasceu a ACADEMIA DE HERÓIS?

Há alguns anos a difundida ideia de que todo o mal é culpa da sociedade, tem me deixado profundamente inquieto. Essa inquietude foi aumentando com o passar do tempo e os episódios cada vez mais escabrosos que temos visto todos os dias nos jornais, rádios e internet: Corrupção, crimes, o abandono da alta cultura, a degradação da educação, das instituições, a banalização do mal…

Tudo isso parecia indicar um caso sem jeito, principalmente porque não havia culpado, apenas essa coisa difusa chamada sociedade. Ora, se o indivíduo não é mais responsável por seus próprios atos, estão está livre para cometer qualquer tipo de crime, afinal, a culpa será sempre da sociedade, nunca dele.

A ideia de que o homem não tem opção, de que não pode escolher, é inaceitável para mim. A virtude e o pecado são escolhas e como todas as escolhas, têm consequências.

Pois bem, um dia folheando alguns livros me deparei com as seguintes frases:

“Todo homem pode ser um criminoso se tentado, todo homem pode ser um herói se inspirado” Chesterton.

“A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. ” Aristóteles

As frases ficaram tilintando em minha cabeça por vários dias e eclodiram como ideia, quando matando a saudade dos tempos de adolescência, comprei uma revista em quadrinhos antológica: Batman, o cavalheiro das trevas, do excepcional quadrinista Frank Miller. Na revista Batman já com 50 anos e fora da ativa, inconformado com o caos que se instalou em Gotham City, resolve voltar à ativa e tomar para si a missão de combater o mal.

A revista é fantástica, temas como a praga do politicamente correto, responsabilidade pessoal, honra, coragem, solidariedade e insurgência contra o Estado, estão presentes em uma narrativa poderosa. Vale conhecer.

Não tardou para eu juntar as coisas: E se pudéssemos resgatar ou fortalecer em cada um de nós os valores que fazem de alguém um herói? Pronto, estava criada conceitualmente a ACADEMIA DE HERÓIS.

A ideia fermentou por alguns meses, até que chegou no ponto em que está – espero que continue a evoluir – e conseguimos estruturar a AdH em quatro pilares a saber:

CORAGEM: A coragem é o dínamo da ação, sem a coragem, segundo Aristóteles, não conseguimos “ativar” as outras virtudes necessárias para um desenvolvimento pleno. É preciso coragem para ser, para fazer. Nos dias de hoje, coragem para lutar contra o que consideramos injusto, para não seguir a “boiada”, para pensar fora da caixa, para dizer o que se pensa se medo do idiotizante politicamente correto, coragem para aprender, para ensinar, para confirmar, para duvidar… é preciso coragem, muita coragem.

REPUTAÇÃO: Embora a coragem seja a força motriz necessária para “ativar” as outras virtudes, só a coragem não basta, afinal, assim como o herói, o bandido também tem coragem, o que lhe falta é reputação. Nesse sentido é necessário que sua coragem esteja pautada na reputação – entenda-se aí, a boa reputação –  pois de nada adianta ser um mau-caráter corajoso.

Guardada a reputação, é hora de traçarmos nossa ESTRATÉGIA, pois como bem disse o futurólogo Alvin Toffler: “ Ou você tem uma estratégia própria, ou fará parte da estratégia de alguém”. Acredito é bastante arriscado basear seu destino na estratégia de outra pessoa, não acha?

Com coragem, reputação e estratégia, é hora da AÇÃO e aí vale a frase do homem morcego: “Não é quem eu sou por dentro e sim o que eu faço é que me define.”  De pouco adianta você se considerar, justo, corajoso, honesto, solidário, amoroso, ético e tudo mais, se suas ações ou ausência delas, negam suas virtudes. De Bono certa vez falou: “A percepção é real, mesmo que não seja realidade” ou seja, só existe o que é percebido. É preciso agir.

Nossos treinamentos têm como conceito a ideia de desenvolver nossas habilidades, virtudes e qualidades, sempre na perspectiva de tornar o mundo melhor. Mas atenção! Não estamos falando do mundo em sua inteireza, pois a história nos mostra que, sempre que alguém deseja fazer um mundo melhor despregando-se da realidade que o cerca, tiraniza ou subjuga quem tem uma visão de mundo diferente. O mundo ao qual nos referimos é o mundo com que você interage: sua casa, sua rua, seu bairro, sua cidade, seu trabalho. Tornar-se melhor e desenvolver as qualidades que fazem de alguém um herói, admirado, respeitado, um exemplo a ser seguido. Essa é a estratégia mais espetacular para, como bem disse Chesterton, inspirar nos outros o desejo de também serem heróis.

Estes são os pilares da ACADEMIA DE HERÓIS. Todos os treinamentos têm na autonomia do indivíduo seu foco. Afinal, um herói não espera ser chamado, não teme o inimigo mais forte, não depende do Estado. Um herói faz acontecer.  

Sigamos, pois

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